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Antes de ser eleito, Feliciano disse que não seria candidato porque 'não se rebaixa'


Anos antes de ser eleito deputado federal, o deputado Marco Feliciano (PSC), atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, afirmou que havia negado convite para se candidatar porque "não se rebaixa".

A afirmação de que não entraria para a política foi feita durante um culto em Comburiu (SC), no Congresso de Gideões Missionários da Última Hora.

Em sua pregação, que ele mesmo disse ter ocorrido em 2004 ou 2005, o pastor afirmou ter recebido convite de cinco partidos para que se filiasse e disputasse a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa de São Paulo ou na Câmara dos Deputados. "A minha resposta foi essa: eu não me rebaixo", afirmou.
À época, o pastor disse que não tinha nada contra a política, mas que Deus o havia colocado "em uma estrutura mais elevada".

Em 2010, quando foi candidato a deputado federal e eleito com 211.855 votos, Feliciano foi questionado durante a campanha eleitoral por eleitores evangélicos sobre a declaração.

Após as cobranças, ele postou um vídeo afirmando que foi "imaturo" e "menino ignorante" quando fez a declaração, defendeu a separação do Estado e religião e disse que à época "era um jovem pregador" e queria "mostrar serviço" no congresso pentecostal.

No mesmo vídeo, Feliciano faz críticas a uma série de leis que tramitam no Congresso Nacional e que, segundo ele, prejudica a fé evangélica. "Então por causas dessas leis eu acordei e vi a besteira que fiz quando disse que como pastor eu jamais me envolveria em política porque não me rebaixaria", afirmou.

O parlamentar disse ainda que a declaração foi feita porque alguém teria lhe dito que a frase é atribuída ao pastor norte-americano Billy Graham, considerado um dos maiores pregadores evangélicos do mundo. "Na verdade eu nunca li nada sobre isso, eu só comprei e acabei vendendo o que eu comprei".

AVIVAMENTO DO SATANÁS
Em outro vídeo que circula pela internet e que foi divulgado pelo jornal "Extra", Feliciano faz ataques aos católicos. Ele afirmou que a renovação carismática da Igreja Católica é um "avivamento de satanás" e criticou as pessoas que usam imagens de Jesus penduradas em enfeites de pescoço.

"O meu Jesus não foi feito para ser enfeite de pescoço de homossexual, nem de pederasta nem de lésbica", afirmou.

Procurada pela reportagem, a assessoria do deputado não ligou de volta.

Folha de São Paulo.
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