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TV ITIÚBA

14 de outubro de 2015

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Itiúba:CHIKUNGUNYA uma virose que virou epidemia

Leia Mais:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,pacientes-fazem-fila-na-usp-em-busca-de-droga-experimental-contra-o-cancer,1779390
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No município de Itiúba, há 340 km da capital baiana, moradores estão preocupados e cobrando providências das autoridades para os crescentes números de casos suspeitos e confirmados da chikungunya, zica vírus e dengue. A doença já levou a óbito várias pessoas, a população está acreditando que o município de Itiúba foi acometido por uma epidemia, pois centenas de pessoas estão sendo hospitalizadas ou medicadas com os seguintes sintomas, “Febre, dores de cabeça, nas articulações, nos músculos e nos olhos, além da coceira e manchas vermelhas pelo corpo são alguns dos sinais da chikungunya (em português, chicungunha), doença transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti infectado e, menos comumente, pelo mosquito Aedes albopictus. Além dos sintomas acima a pessoa pode apresentar um mal-estar geral, sentindo-se bastante debilitada.” provenientes do mosquito da dengue. Tem famílias em uma residência que todos os membros já foram vitimas dos vírus, em todos os bairros já teve diagnósticos com casos.

O preocupante é que a cada dia aumenta mais os casos, e a única Unidade de Saúde municipal, o HMI (HOSPITAL MUNICIPAL DE ITIÚBA) não vem tendo condições estruturais para socorrer tantos casos ao mesmo tempo, são centenas de pessoas por dia, muitos pacientes são medicados e mandados de volta para casa ou outra cidade por falta de leitos para os devidos internamentos. Moradores afirmam: que é um médico só de plantão no Hospital para tratar tantos doentes e que o profissional não está dando conta. E muitas vezes são enfermeiros que por conhecimento acabam tendo que medicar os pacientes que chegam sofrendo de dores e desesperados.
Para tentar combater o mosquito da dengue a Secretaria de Saúde recebeu nos últimos dias o apoio do Carro Fumacê da SESAB, mas até o momento não está conseguindo controlar a epidemia que vem assolando o município de Itiúba.
A população itiubense clama por uma Força Tarefa médica, através da união entre estado e município para combater efetivamente esta epidemia, pois a população está com medo de morrer mais pessoas no município através dos vírus do mosquito da dengue e a cidade não tem estrutura para o combate.Por:Renilson Ramos
USP diz não ter condições de atender grande demanda e afirma que 'oportunistas' exploram doentes com
propaganda da droga
SÃO CARLOS ­ Pacientes e parentes formaram fila nesta terça­feira, 13, na USP de São Carlos, no interior paulista, em busca de
fosfoetanolamina sintética, substância que seria capaz de combater o câncer. A procura foi registrada após o Tribunal de Justiça de São
Paulo (TJ­SP) reconsiderar a decisão que proibia a distribuição. Diante disso, mais de 700 liminares já concedidas em primeira instância
voltaram a ter validade.
A grande procura ­ que levou à distribuição de senhas e o temor de que aumente ainda mais o número de interessados ­ fez com que a
Universidade de São Paulo (USP) divulgasse um comunicado. A instituição alega que não é indústria química ou farmacêutica e não tem
condições de atender demanda em larga escala.
A droga não foi testada ainda em humanos, mas quem está tomando a fórmula garante que faz efeito. A substância também não tem
registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas na quinta­feira passada, 8, o Supremo Tribunal Federal (STF)
determinou a entrega para uma paciente do Rio de Janeiro. No dia seguinte, o TJ­SP voltou atrás em sua proibição.
Oportunismo. Cada paciente recebe 60 cápsulas por liminar, quantidade que é suficiente para até 20 dias. Mas a universidade
informou que esta substância "não é remédio" e que “exploradores oportunistas” fazem propaganda da droga.
A USP diz ainda investigar a denúncia de que funcionários estariam divulgando esse tipo de informação incorreta. Afirma também que
estuda a possibilidade de "denunciar ao Ministério Público os profissionais que estão se beneficiando do desespero e da fragilidade das
famílias e dos pacientes".
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