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NOTA DE ESCLARECIMENTO DO SINTESB-BA - SINDICATO DOS TRABALHADORES NA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE SENHOR DO BONFIM


SINTESB-BA

SINDICATO DOS TRABALHADORES NA EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE SENHOR DO BONFIM – BAHIA
CNPJ: 04.977.049/0001-50

Entidade sindical representativa dos servidores públicos, com base territorial em todo o município de Senhor do Bonfim - BA e sede na Praça Dr. José Gonçalves, 322, centro, 1º andar, sala 05, representado por sua diretoria e tendo como diretor presidente o professor JANILSON TORQUATO DOS SANTOS, vem tornar público através dos meios de comunicação regional do Norte da Bahia, a situação em que se encontra o atual quadro dos servidores em educação do município, o gestor atual Sr. Carlos Alberto Lopes Brasileiro do PT tramitou lei na câmara municipal de vereadores para mudar a data base de reajuste salarial dos servidores públicos municipal, que até então era no mês de maio, a mudança na lei possibilitou que a data base mudasse para janeiro, assim, este sindicato vem tentando negociar a reposição salarial desde janeiro. O governo apenas respondeu os ofícios enviados ao gabinete e à secretaria de educação no mês de março oferecendo o percentual de 0%. Após várias tentativas por parte do sindicato e algumas paralisações e até mesmo uma greve por tempo determinado no mês de maio no período de 24 a 29 do mês citado o prefeito, vez uma proposta de 1,03% em junho e 1,06% em outubro, sem retroativa ao mês da data base aprovada e sancionada pelo gestor Carlos Brasileiro. Veja sociedade bonfinense e regional, como podemos sentir o prefeito da cidade de Senhor do Bonfim, abruptamente descumpre a lei federal 11.738/2008, lei do piso nacional do magistério a qual delimita um teto salarial nacional para todos os professores da educação básica do país, onde neste ano de 2018 o reajuste do piso nacional para os professores foi reajustado pelo governo federal em 6,81%, desta forma o governo municipal também não tem interpretado de forma idônea a lei 11.494/2007, a lei que instituiu o Fundeb. Os professores municipais estão em greve, desde o dia 04/07/18 por tempo indeterminado por falta da manutenção nos seus salários e não somente isso, a manutenção nas escolas também é muito precária, onde em algumas unidades a merenda dos alunos tem sido insuficiente e os professores e demais servidores acabam complementando do próprio bolso, além disso, muitas unidades estão totalmente sujas e depredadas, em algumas os professores fazem vaquinha para comprar tinta e pintar para assim tornar a escola num ambiente um pouco mais atraente para os alunos. Por falta dessas manutenções que entendemos que são imprescindíveis para que se tenha uma educação no mínimo um pouco condizente com o que nossos alunos e sociedade precisam e, em consonância com os educadores, outras classes de trabalhadores também cruzaram os braços na quarta feira dia 18/07/18. O prefeito sem dialogar com as representatividades das classes impetrou ação judicial no Tribunal de Justiça da Bahia, onde após ser julgada pelo desembargador em tempo recorde uma agilidade já mais vista no meio judicial, profere uma cautelar pedindo para que os professores voltem aos seus postos de trabalho, o sindicato aguarda a notificação oficial por parte do tribunal para que depois de notificado em 24 horas como expressa a lei os professores retornarão às suas escolas, o sindicato salienta ainda que a luta continuará e que da forma como  o prefeito tem se comportado perante os servidores e da forma como o mesmo quer agir, coibindo o direito do trabalhador nada mais é do que uma negação de direito e de conquistas e que se dessa forma continuar os trabalhadores estarão sofrendo calote de mais de cinco meses em seus vencimentos e há rumores de que o gestor depois de não atender as reinvindicações dentro do período cabível ameaça cortar dias em que a classe estiver paralisada. Veja sociedade quanta opressão em cima do trabalhador, pessoas que fazem o município andar de fato com suas próprias pernas, sofrem pressão por aqueles que se dizem defensor dos trabalhadores e da boa ética. Que em outros tempos pregou democracia e amparo aos trabalhadores hoje faz o contrário e com extrema abruptalidade aos que merecem ser respeitados de fato.
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