A reunião entre Lupi e Lula aconteceu no Palácio do Planalto. Pressionado por integrantes do PDT o ministro decidiu deixar o cargo, embora, inicialmente, a avaliação dentro do governo fosse de que ele permaneceria.
Apesar da saída, o ministério deve continuar sob comando do PDT. O nome escolhido para sucedê-lo é o de Wolney Queiroz, ex-deputado federal e atual secretário-executivo da pasta.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), chegou a defender Lupi, afirmando que ele não era citado no inquérito da PF, que tem mais de 1.900 páginas. Ainda assim, o desgaste político pesou para a saída.
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