6º BPM EM ABORDAGENS ENCONTRA SACOLA COM PAPELOTES DE COCAÍNA NA ZONA RURAL DE FILADÉLFIA

novembro 08, 2021

A guarnição da 5ª CIA realizava rondas pelo Povoado do Carrapato nesse domingo 07, e em abordagem a um bar, em área externa uma sacola plástica contendo 21 papelotes de substância análoga a cocaína, sendo o autor / proprietário não identificado. O material foi apresentado na delegacia em senhor do Bonfim para adoção das medidas cabíveis.


PMBA, uma Força a serviço do cidadão!

Itiúba-BA: Jovem foi assassinado a tiros no Bairro do Alto

outubro 31, 2021



Um Jovem identificado como Reginaldo de Jesus Sousa, conhecido pelo apelido Negão, foi assassinado a tiros na manhã deste domingo, 31 de outubro de 2021, no Bairro do Alto em ITIÚBA.

Segundo informações extra – oficiais, dois homens, teriam chegado a pé na residência que fica em uma rua sem saída e efetuado diversos disparos a queima roupa contra o homem que veio a óbito no local.

O homem que é morador do Bairro do Alto estaria na sua residência com a esposa e o filho. Após o crime os assassinos teriam fugido.

Ainda segundo informações, não haviam pessoas na rua onde o assassinato aconteceu, devido a uma competição esportiva que acontecia no bairro do Alto.

O Instituto Médico Legal – IML esteve no local, a Polícia investiga o crime, mas até o momento ninguém foi preso e não se sabe a motivação.

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Presidente eleita do PSOL na Bahia quer ampliar atuação do partido em prefeituras e no Governo do Estado

setembro 15, 2021

Elze Fachinetti entrou na história da sigla por ser a primeira mulher a assumir a presidência estadual

Eleita no último domingo (13), como a primeira mulher na história a assumir a presidência estadual do PSOL na Bahia, Elze Fachinetti disse ao Portal M! que tem como bandeira ampliar o partido, tanto em prefeituras como no Governo do Estado.

"Faço parte de uma ascendência que vem disposta a ampliar a interiorização e servir com o crescimento do partido. Vamos conversar com pessoas de esquerda, que não estão satisfeitas no atual quadro e temos o interesse de que as pessoas cresçam para ocupar prefeituras, governos e ampliar o partido. Esse é um dos principais compromissos que colocamos para ampliar o diálogo", disse.

Militante há sete anos na sigla, a estudante de Psicologia, também formada em administração financeira, Elze se dedicou às manifestações do passe livre, manifestações dos sem teto, ajudando na parte organizacional do partido e na militância cultural.

Para ela, sua eleição quebra paradigmas e ainda terá que "superar muitas barreiras do machismo".

"Muito feliz em ser a primeira a mulher a assumir quebrando o paradigma dentro do partido. Todos ficaram muito surpresos, porque eu era uma figura de posição operacional e fico muita honrada em representar as mulheres e sei que ainda vou ter que superar muitas barreiras do machismo", pontuou.

"Sei que vai ser uma batalha intensa, mas estou preparada representando o coletivo até porque é um cargo originalmente ocupado por homens e ainda causa um pouco de estranheza", completou.

Elze ressaltou ainda que o processo de pacificar o partido terá início ainda nesta semana, no encontro programado com os candidatos derrotados nas eleições internas.

"Temos que nos organizar e cumprir as primeiras tarefas para a escolha dos cargos e correntes, ajustar a situação administrativa do partido e elaborar um planejamento. A mente da militância já começa a se voltar fora da disputa. Vamos organizar ainda nesta semana uma reunião com todos", ressaltou.

Questionada sobre como ela avalia a atuação do governador Rui Costa (PT) à frente do estado há oito anos, a presidente do PSOL disse que há muitas questões que a proposta da esquerda está "longe de ser progressista".

"A Bahia há muitos anos vem se edificando entre a direita carlista e a uma proposta social liberal capitaneada pelo PT. Nos últimos anos essa proposta piorou muito nos municípios, longe de ser progressista. Tudo isso nos leva a apresentar candidatos para o governo e senado com um programa realmente de esquerda. Há muitas questões que pontuamos sobre a Educação e Segurança Pública que o governo deixa a desejar", afirmou.

Com a afirmação, Elze Fachinetti confirmou uma chapa majoritária do PSOL concorrendo ao governo em 2022.

"Teremos candidato próprio. Temos alguns nomes, mas a definição será em conjunto quando houver a conferência eleitoral", finalizou.

Fonte: Muita Informação

https://muitainformacao.com.br/post/40994-nova-presidente-do-psol-na-bahia-quer-ampliar-atuacao-do-partido-em-prefeituras-e-no-governo-do-estado-

Coletivo Independentes - PSOL elege primeira mulher para a presidência estadual na Bahia

setembro 13, 2021

O 7° Congresso Estadual do PSOL na Bahia elegeu, pela primeira vez na história do partido na Bahia, uma mulher para assumir a presidência estadual da sigla.

A Chapa da oposição, que levou 58% dos votos, elegeu Elze Fachinetti do (Coletivo Independentes) ao comando partidário.

A chapa “PSOL Popular” liderada pelo então presidente, Fábio Nogueira, e por Ronaldo Santos, obteve 36% dos votos. Os demais 6% foram direcionamento à chapa denominada Semente.

Elze frisou a importância de ser a primeira mulher na posição, e de assumir o partido na Bahia em um momento que "requer unidade" para combater o "avanço da extrema-direita" no país

"Ser a primeira mulher presidenta do PSOL Bahia é uma honra e grande alegria, mas quero destacar a importância da Chapa de Oposição neste momento em que temos como prioridade fortalecer o PSOL em todo o Estado, com um forte trabalho de interiorização do partido e uma verdadeira transformação social na Bahia. Especialmente, neste momento de tantas perdas de direitos que requer unidade na luta contra o avanço da extrema-direita e do golpismo no Brasil", ressaltou.

Governo Bolsonaro deixa vencer R$ 243 milhões em vacinas, testes e remédios

setembro 06, 2021
Nos últimos meses, Bolsonaro e ao menos oito ministros de seu governo foram infectados pelo coronavírus. (Foto: Reprodução)


O Ministério da Saúde deixou vencer a validade de um estoque de medicamentos, vacinas, testes de diagnóstico e outros itens que, ao todo, são avaliados em mais de R$ 240 milhões. Agora, todos esses produtos devem ser incinerados.

O cemitério de insumos do SUS está em Guarulhos (SP), no centro de distribuição logística da pasta. Ali estão 3,7 milhões de itens que começaram a vencer há mais de três anos. Quase todos expiraram durante a gestão de Jair Bolsonaro (sem partido).

Todo o estoque é mantido em sigilo pelo ministério. A pasta usa documento interno de 2018 para negar pedidos de acesso aos dados sobre produtos armazenados ou vencidos, argumento já apontado como inadequado pela CGU (Controladoria-Geral da União).

Mas a Folha teve acesso a tabelas do ministério com dados sobre os itens, número de lote, data de validade e valor pago pelo governo. A lista de produtos vencidos inclui, por exemplo, 820 mil canetas de insulina, suficientes para 235 mil pacientes com diabetes durante um mês. Valor: R$ 10 milhões.

O governo Bolsonaro também perdeu frascos para aplicação de 12 milhões de vacinas para gripe, BCG, hepatite B (quase 6 milhões de doses), varicela, entre outras doenças, no momento em que despencam as taxas de cobertura vacinal no Brasil. Só esse lote é avaliado em R$ 50 milhões.

Os produtos vencidos também seriam destinados a pacientes do SUS com hepatite C, câncer, Parkinson, Alzheimer, tuberculose, doenças raras, esquizofrenia, artrite reumatoide, transplantados e problemas renais, entre outras situações.

Alguns itens que serão incinerados estão em falta nos postos de saúde.

No fim de agosto, o governo da Bahia reclamou do atraso na entrega de medicamentos pelo ministério, como o metotrexato, usado para alguns tipos de câncer. Há 24 mil frascos-ampola vencidos no almoxarifado do governo Bolsonaro.

O Ministério da Saúde também guarda cerca de R$ 345 mil em produtos perdidos dos programas de DST/Aids, principalmente testes de diagnóstico, além de R$ 620 mil em insumos para prevenção da malária.

Dados internos do governo mostram que devem ser incinerados mais de R$ 32 milhões em medicamentos comprados por ordem da Justiça. A maior parte desses fármacos é de alto custo e para tratamento de pacientes de doenças raras, uma bandeira do governo. Ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) lançou no último dia 31 a “Rarinha”, nova mascote do SUS.

No meio deste estoque há um frasco-ampola de nusinersena, avaliado em R$ 160 mil, e 908 frascos de eculizumab, que custaram R$ 11,8 milhões. São medicamentos usados em dois dos tratamentos mais caros existentes.

Vice-presidente do Instituto Vidas Raras, Amira Awada afirma que há grave desabastecimento e estima que mais de mil pacientes aguardam por remédios.

“O que nós mais escutamos é que somos culpados pelo déficit orçamentário do Ministério da Saúde, mas é a pasta que perde milhões ao deixar medicamentos vencerem. Nós passamos da fase da revolta, estamos sem perspectiva”, disse Awada.

A entidade calcula que 15 milhões de pessoas vivem com doenças raras no Brasil. “Eu nunca vi uma situação tão difícil em 12 anos. Não conseguimos nem falar com eles [representantes do ministério].”

Parte dos medicamentos de doenças raras foi devolvida ao ministério por pacientes que deixaram de usar os produtos ou morreram. A Saúde não respondeu se fez o remanejamento dos fármacos.

O deputado Luis Miranda (DEM-DF), que também teve acesso aos dados, fez questionamentos ao Ministério da Saúde sobre o volume de material desperdiçado. Para o deputado, que denunciou suspeitas de irregularidades na compra da vacina Covaxin à CPI da Covid, os medicamentos vencidos são ainda mais preocupantes.

“A conduta é um escárnio com a saúde do Brasil. Medicamentos e recursos públicos, que poderiam salvar vidas, estão apodrecendo. Qual a razão para a compra desses medicamentos não utilizados? Qual o motivo de mantê-los armazenados depois de vencidos? Enriquecer empresas?”, disse.

Em plena pandemia, o governo Bolsonaro também perdeu cerca de 2 milhões de exames RT-PCR para Covid, avaliados em mais de R$ 77 milhões.

A fabricante fez uma doação de exames da Covid novos à Saúde para repor o estoque vencido, mas o intervalo e a burocracia até a chegada do produto fizeram cair a entrega dos exames ao SUS, como mostrou a Folha.

O ministério ainda guarda 2,2 milhões de exames sem validade para o diagnóstico de dengue, zika e chikungunya, todos vendidos pelo laboratório público Bahiafarma. Estes lotes custaram cerca de R$ 60 milhões e foram interditados em 2019 por ordem da Anvisa. A Saúde não informou se pediu ressarcimento ou reposição destes exames.

Com isso, ao todo, os testes de diagnóstico sem validade respondem por cerca de 60% (R$ 140 milhões) do valor dos insumos vencidos.

O diretor do Dlog (Departamento de Logística) da Saúde, general da reserva Ridauto Fernandes, disse à Folha que a perda de validade de produtos “é sempre indesejável”, mas ocorre “em quase todos os ramos da atividade humana”. Ele afirmou que “não pode comentar” sobre o estoque.

“Em supermercados, todos os dias, há descarte de material por essa razão”, disse o general. “Nos esforçamos para que isso não ocorra”, completou.

Área que atua na ponta da linha da gestão dos insumos, o Dlog ficou sob comando de Roberto Dias, indicado do centrão, durante a maior parte do governo Bolsonaro. Ele só foi exonerado em 29 de junho, após o cabo Luiz Paulo Dominghetti afirmar à Folha que recebeu de Dias cobrança de propina para destravar a venda de vacinas.

Em alguns casos, como de falha do produto ou quando ele é fornecido com validade curta, o governo consegue repor parte do estoque vencido por acordos contratuais com as fabricantes, mas a operação pode atrasar os tratamentos.

Mas há situações de prejuízo total aos cofres públicos e aos pacientes, como no caso das canetas de insulina. Apesar da alta demanda, a Saúde não entregou e vai incinerar cerca de 20% da compra de estreia deste produto no SUS, feita em 2018.

O endocrinologista Fadlo Fraige Filho, presidente da Anad (Associação Nacional de Atenção ao Diabetes), afirmou que erros cometidos ainda em gestões anteriores à de Queiroga levaram ao atraso na entrega das canetas aos pacientes.

Ele disse que, além de demorar para comprar agulhas para as canetas, o governo exigiu que os produtos fossem liberados em centros especializados e após a apresentação de laudos complexos. “Elas deveriam ser distribuídas como são as (insulinas) regulares, nas unidades básicas, eventualmente no Farmácia Popular”, disse.

Procurada, a Saúde não explicou por que os produtos perderam a validade e qual o tamanho e valor do estoque que conseguiu repor nas negociações com fabricantes. Também não apresentou dados da série histórica dos estoques nem disse qual valor paga para armazenar e descartar os insumos vencidos.

Em nota, a Bahiafarma disse que a diretoria da Anvisa ainda não julgou recurso sobre a interdição dos lotes. Também afirmou que os testes vencidos já começaram a ser recolhidos e que estão estocados em armazéns dos estados. Dados do ministério obtidos pela Folha, porém, apontam que há exames vencidos deste laboratório na central de distribuição do governo federal em Guarulhos.

Para o presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula, o estoque é desproporcional. “A situação é gravíssima e precisa ser apurada. Pode derivar não só de má gestão, mas ser ato de improbidade.”

Representante da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva), Wagner Gastão afirma que o volume de insumos vencidos é sinal de “degradação e desmonte” do ministério.

“É uma máquina complexa, mas a história do ministério não é essa. Sempre há produtos vencidos, mas tem de ser algo residual, senão é indicador grave de ineficiência”, afirma Gastão. Ele também é professor de medicina da Unicamp e ex-secretário-executivo da Saúde (2003 a 2005).

Dados obtidos pela Folha mostram estoque de medicamentos, testes e vacinas vencidos avaliado em mais de R$ 240 milhões. Há cerca de 3,69 milhões de itens, que podem servir a um número muito maior de pessoas no SUS, pois cada frasco de vacina, por exemplo, têm até dezenas de doses.

Produtos vencidos

CGLAB (Coordenação Geral de Laboratórios): R$ 140,73 milhões

Vacinas: R$ 49,59 milhões

Cerca 12 milhões de imunizantes para BCG, gripe, pólio, hepatite B, tetra viral, soros para diversas doenças, além de diluentes

Remédios comprados por ordem judicial: R$ 32,99 milhões

Principalmente medicamentos de alto custo para doenças raras, como eculizumab (HPN) e atalureno (Distrofia Muscular de Duchenne).

Medicamentos excepcionais: R$ 17,72 milhões

Caneta de insulina e tratamentos para hepatite C, esclerose múltipla, Alzheimer, Parkinson, entre outras doenças

Outros: R$ 1,93 milhão

Hemoderivados, tratamentos de raiva, tuberculose e produtos de prevenção à malária​

Programas de DST/Aids: R$ 420 mil

Da Folha de S.Paulo

Morador de Andorinha que extorquiamulher foi condenado a quase dez anos de prisão.

setembro 06, 2021
Imagem ilustrativa


Um morador do município de Andorinha, foi condenado no ultimo dia 01 de Setembro, a quase dez anos de prisão, por ter extorquido uma mulher, inclusive, obtendo da vitima vantagens de for ilícita por quase dois anos.

O acusado foi preso em flagrante no dia 10 de dezembro de 2020 no município de Andorinha, quando tentava mais um vez, obter vantagem. Segundo a vitima, desde 2018 vinha sofrendo chantagens e ameaças do acusado, que se utiliza da ameaça de divulgar uma gravação de vídeo de cunho sexual entre os dois para obter vantagens financeiras, incluindo carros e valores em dinheiro. A vitima revelou que cedia as ameaças, porque era casa, havia se envolvido com o acusado em um caso extraconjugal, e para salvar o casamento terminava cedendo os pedidos do acusado. Depois de ouvir as partes, o acusado José Milton de Jesus, foi condenado a 09 (nove) anos de reclusão, onde a pena será iniciada em regime fechado.

Fonte: IvanSilva
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