FUNDÃO ELEITORAL, DR. JOSEMAR SANTANA COMENTA...

julho 20, 2021

AUMENTO DE QUASE 200% DE VERBA PARA CAMPANHAS ELEITORAIS FOI APROVADO POR COMISSÃO ESPECIAL DO ORÇAMENTO

(Senhor do Bonfim, Bahia, 18 de julho de 2021)

Em 2017 foi aprovado o VOTO IMPRESSO auditável e naquele mesmo ano houve uma Sessão Especial em que o FUNDO ELEITORAL foi aprovado para R$ 2 bilhões de reais, causando grande repercussão negativa na sociedade brasileira, porque o país já vivia crise econômica de grandes proporções, confirmando as previsões de renomados economistas, que foram insistentes em alertar os governos da União da época e do passado recente sobre a errada política econômica adotada, com inflação alcançando percentuais superiores a 10% ao ano e o desemprego ganhando celeridade, chegando a quase 13 milhões e 900 mil trabalhadores sem emprego.

Provavelmente, acreditando que o povo tenha memória curta, os membros da Comissão Mista do Orçamento, sem qualquer cerimônia, acharam por bem propor o aumento do FUNDO ELEITORAL que foi de R$ 2 bilhões nas Eleições Municipais de 2020, para quase R$ 6 bilhões (R$ 5,7 bilhões de reais) para as Eleições Gerais que vão acontecer no próximo ano, o que significa dizer que o ditado popular de “puxar a brasa para sardinha” prevaleceu entre os membros da referida Comissão.

É importante perceber, entretanto, que pior do que o aumento – que já é um absurdo -, é o objetivo desse aumento, que não está apenas no crescimento puro e simples dos recursos do FUNDO ELEITORAL, mas, sobretudo, escandaliza pela forma sub-reptícia, a forma rasteira como tentam usurpar a verba de R$ 2 bilhões de reais destinados à implantação do VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL, pela aquisição de impressoras que serão acopladas às Urnas Eletrônicas.

Razão assiste ao Presidente Bolsonaro quando diz o tempo todo que a implantação do VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL dispõe de verba suficiente para a sua concretização, ficando claro que o aumento da verba para financiar eleições busca, numa só tacada, reservar mais verbas para a campanha dos partidos políticos e seus candidatos e solapar a verba que deve servir para a implantação do voto auditável.

Vale lembrar que a deputada Carla Zambelli, juntamente com mais 3 deputados, propuseram destinar em 2020 parte da verba do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para combate à Covid 19, proposições que sequer foram pautadas para apreciação e votação.

Sabe-se que uma das justificativas para o aumento do FUNDO ELEITORAL, formado pelo Fundo Partidário e o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) era acabar com o chamado Caixa 2, que se constitui em verba utilizada por partidos e candidatos sem sua inclusão na prestação oficial de contas eleitorais.

Não deu certo, porque os Partidos e candidatos receberam verbas do Fundo Eleitoral – verba pública -,   e continuaram utilizando verba privada em suas eleições, mantendo o chamado “abuso do poder econômico” praticado por candidatos e partidos que tem amigos poderosos para lhes fazer doações além dos limites legais, sem inclusão nas prestações oficiais de contas de campanha.

A absurda e desavergonhada proposta de aumento do Fundo Eleitoral ainda depende de aprovação plenária do Congresso Nacional, mas, não será surpresa se for aprovada pela maioria dos parlamentares, porque, afinal, eles não abrem mão de se beneficiarem do dinheiro público, ainda que se posicionem contra a implantação do VOTO IMPRESSO AUDITÁVEL, que tornaria o exercício do voto popular transparente, garantindo a inviolabilidade democrática da manifestação da vontade popular, obedecendo ao que estabelece a nossa Constituição, que diz que “o Poder emana do Povo e em seu nome será exercido”.

Vamos, pois, pressionar os deputados nos quais votamos para que respeitem a vontade popular, a nossa vontade e não seus escusos objetivos.

Além do que, sendo o voto a principal arma do povo na escolha de seus candidatos, nada mais justo do que ter a prova de que o seu voto foi destinado ao candidato de sua escolha, sem o risco de manipulação.

Afinal, quando fazemos jogos em loterias, recebemos o comprovante da aposta realizada, para não existir dúvidas.

*Josemar Santana é jornalista e advogado, especializado em Direito Público, Direito Eleitoral, Direito Criminal, Procuradoria Jurídica, integrante do Escritório Santana Advocacia, com unidades em Senhor do Bonfim (Ba) e Salvador (Ba). Site: www.santanaadv.com / E-mail: josemarsantana@santanaadv.com

EMBASA EMITE NOTA SOBRE REPARO EM ADUTORA

julho 20, 2021

A Embasa informa que os serviços de conserto da adutora de grande porte do Sistema Integrado Ponto Novo – Senhor do Bonfim ainda estão em andamento.

A tubulação de 500 milímetros de diâmetro é responsável por abastecer os municípios de Andorinha, Jaguarari e parte de Senhor do Bonfim.

A previsão é de que os serviços totais sejam concluídos na tarde de hoje (15), permitindo a retomada gradativa do fornecimento de água nos locais afetados.

A Embasa pede a compreensão da população afetada pelos transtornos causados e reforça a recomendação de uso racional da água neste período.

Atenciosamente

Assessoria de Comunicação da Embasa

POVO DE CALDEIRÃO GRANDE PEDE SOCORRO AS AUTORIDADES PARA COMBATER A CRIMINALIDADE E OS ASSALTOS

julho 19, 2021



Precisamos de mais policiamento na região, o povo pede socorro, vamos cobrar Polícia Militar para fazer rondas e fazer abordagens com certa urgência.

Com menos de um mês foram mais de 16 motos roubadas ,na região assim relata moradores dos povoados  Alto Bonito, Baraúnas e São Miguel.

O povo da zona rural não pode mais sair de casa para comprar nada que é abordado por meliantes  e tem sua moto roubada.

Pedimos socorro à polícia da caatinga e ao comandante da Polícia de Caldeirão Grande,e  da delegada Dr . Angélica que venha solicitar ao delegado chefe da polícia civil  região Dr.Eduardo Brito, providências com relação à ação da polícia civil na região. 

Na vinda do Governador na Região não se falou em Segurança,foi questionado pelas autoridades presentes várias outras questões, obras,educação ,saúde mais principal não foi abordado que é a segurança dos povoados.

Sabemos que sem segurança não tem esporte,escola nada disso funciona sem a segurança.

Vamos abrir os olhos a Caldeirão Grande pois desde que está a atual gestão esta administração a nossa cidade  vem crescendo os casos de assassinatos. 

O presidente do Patriota, Sr Marcos Araújo protocolou em 09/11/2018 um ofício pedindo  ao chefe da polícia civil e ao comandante da polícia militar de  Jacobina  mas ação e atuação da polícia no município.

Queremos segurança o povo não aguenta mais,imploramos às autoridades nessa missão para que Caldeirão Grande  volte a ter a paz.





PONTO NOVO-BA: JUSTIÇA DETERMINA RETORNO DO SERVIDOR ROBERTO SANTOS AO SAMU

junho 15, 2021

A justiça determinou e agora, finalmente, o servidor Roberto Santos, retornará ao lugar onde nunca deveria ter saído: o SAMU. Servidor público concursado, com anos de atuação e experiência como motorista do SAMU, Robertão, como é mais conhecido na cidade, foi removido do seu local originário de trabalho no início desse ano, de forma arbitrária e por perseguição política. Certo dos seus direitos, o servidor buscou o poder judiciário e o Magistrado reconheceu em sua sentença que o ato da Prefeitura de Ponto Novo não possui qualquer respaldo legal. Dessa forma, a justiça concedeu o pedido de liminar e declarou nula a remoção do servidor Roberto Santos, determinando o restabelecimento do mesmo ao exercício de suas funções no local em que fora inicialmente empossado, ou seja, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Roberto Santos afirmou que sempre esteve confiante na justiça e que já esperava que o seu pedido fosse acatado pelo juiz. Além disso, o servidor agradeceu a todos que o apoiaram e ao advogado, Dr. Lúcio Sá, que prontamente analisou o seu caso e o representou perante a Justiça, ingressando com a ação judicial.

LEIA ABAIXO A SENTENÇA:



CPI da Covid convoca nove governadores e aprova novos depoimentos de Pazuello e Queiroga

maio 26, 2021

Após ouvir integrantes e ex-integrantes do governo de Jair Bolsonaro nas primeiras semanas, a CPI da Covid do Senado aprovou, nesta quarta-feira, 26, as convocações de nove governadores. Como mostrou o Estadão, objetivo da cúpula do colegiado é neutralizar críticas, inclusive nas redes sociais, de que a CPI tem como foco exclusivo a gestão federal na pandemia.

A convocação dos governadores, porém, é polêmica e há divergências se eles podem recusar comparecer. Motivo: o artigo 50 da Constituição permite somente a convocação de autoridades diretamente subordinadas ao presidente da República, como ministros. A interpretação de técnicos do Senado, porém, é de que eles podem ser convocados desde que o assunto dos depoimentos seja restrito às competências da comissão – no caso, a transferência de recursos federais.

Também serão chamados a depor novamente o ex-ministro da Saúde e general da ativa do Exército Eduardo Pazuello e o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga. A intenção dos senadores é esclarecer pontos em que houve divergências de versões, como a respeito do atraso na compra de vacinas e na crise de oxigênio em Manaus no início do ano.

Além dos governadores e ministros, também serão chamadas a depor uma série de pessoas que são ou já foram ligadas ao governo, como o marqueteiro Marcos Mendes, conhecido como Markinho Show, que trabalhou com Pazuello; e o assessor especial para assuntos internacionais da Presidência da República, Filipe Martins.



O critério da CPI para escolher quais governadores serão ouvidos foi priorizar os Estados onde houve operações policiais para investigar possíveis casos de corrupção com verbas destinadas ao combate à pandemia.


Estão na lista:

  • Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB)
  • Tocantins, Mauro Carlesse (PSL)
  • Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL)
  • Roraima, Antonio Denarium (sem partido)
  • Amapá, Waldez Góes (PDT)
  • Rondônia, Marcos Rocha (PSL)
  • Piauí, Wellington Dias (PT)
  • Pará, Helder Barbalho (MDB)
  • Amazonas, Wilson Lima (PSC).
Os senadores também aprovaram a oitiva do ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Eleito governador do Rio em 2018 junto da "onda" bolsonarista nas urnas, Witzel foi afastado do cargo em agosto de 2020 por decisão do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), após acusações de corrupção envolvendo recursos da saúde. O afastamento foi tornado definitivo pelo impeachment, em abril de 2021.

A lista completa das convocações aprovadas hoje inclui ainda Arthur Weintraub (ex-assessor da Presidência), Luana Araújo (ex-secretária do Ministério da Saúde, que não chegou a ser nomeada), Carlos Wizard (empresário), Paulo Baraúna (White Martins) e Airton Antônio Soligo (ex-assessor especial de Pazuello).


Estadão

Depoimento de secretário contradiz Pazuello sobre crise de oxigênio no AM

maio 20, 2021



POR: Eduardo Gonçalves

Em depoimento à CPI da Pandemia nesta quinta-feira, 20, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello declarou que só teve conhecimento no dia 10 de janeiro de que o "risco logístico" traria "graves problemas de oxigênio" no estado do Amazonas. A informação contradiz uma sequência de fatos enumerados pelo secretário estadual de Saúde, Marcellus Campêlo, em depoimento à Procuradoria da República no Amazonas.

Segundo Campêlo, ele telefonou na noite do dia 7 de janeiro a Pazuello para falar sobre problemas com o abastecimento de oxigênio e pedir apoio para o transporte aéreo de cilindros da empresa White Martins, a maior fornecedora local. Pazuello teria lhe respondido para procurar o comandante do Exército da Amazônia.

"Logo que eles [o pessoal da White Martins] saíram, eu liguei para o Pazuello. Era por volta de oito horas. Prontamente, ele me atendeu. Eu expliquei a situação, dessa demanda... Então, ele falou: pede para o Wilson [Lima, governador do Amazonas] ligar para o general e fazer o pedido", relatou o secretário em oitiva obtida por VEJA.

Ao ser confrontado com essa informação, Pazuello disse que a conversa com Campêlo tratou apenas de um "pedido exclusivo para apoio logístico" e não sobre o risco de colapso. Ocorre que naquele mesmo dia 7, o ofício enviado pela secretaria estadual do Amazonas, a pedido do então ministro da Saúde, fala em "súbito aumento no consumo" de oxigênio e "iminência de esgotamento do referido insumo".

As datas exatas sobre quando as autoridades tiveram conhecimento do risco de desabastecimento de oxigênio hospitalar no Amazonas viraram peça chave para aferir a responsabilidade dos envolvidos na tragédia. Tanto Pazuello como Câmpelo são processados pelo MPF por improbidade administrativa por terem se omitido em tomar providências para dimensionar a falta de oxigênio e não terem adotado ações rápidas para evitar o colapso, que acabou culminando na morte de pacientes por asfixia.

"Bastaria realizarem reuniões técnicas com mínima profundidade com o secretário de Saúde e seus auxiliares para constatar que não se fazia, no estado, redimensionamento da demanda futura por oxigênio medicinal. Por outro lado, no que atine à oferta do produto, bastaria traçarem estratégia junto a servidores do próprio Ministério da Saúde e aos fornecedores para que se agisse prontamente diante de qualquer notícia de possível demanda não atendida", diz a ação assinada pelo procurador Gladston Viana.

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/depoimento-de-secret%c3%a1rio-contradiz-pazuello-sobre-crise-de-oxig%c3%aanio-no-am/ar-AAKdlAf?ocid=mailsignout&li=AAggXC1

http://veja.abril.com.br/

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