Emenda de Daniel Almeida (PCdoB) a pedido dos Vereadores Juninho de Piaus, Vivia de Covas e Caxunxa, destina ônibus Escolar para alunos da Serra de Itiúba!

agosto 03, 2022


Alunos da Serra de Itiúba deixarão de usar transporte pau de arara e passarão a viajar de ônibus. Esse transporte é fruto de uma Emenda do Deputado Daniel Almeida a pedido dos vereadores Juninho de Piaus, vivia de Covase e Caxunxa!

É uma grande vitória para os estudantes, para a educação e parao município de Itiúba, era uma promessa antiga e que agora veio a contemplação! Parabéns aos vereadores que se empenharam por esta causa inclusive o Vereador Juninho de Piaus que teve grande parcela nessa conquista.

Candidatura de Kleber Rosa é homologada em convenção de PSOL, Rede e UP

julho 31, 2022

A convenção da coligação “Juntos Vamos Governar”, composta por PSOL, Rede e UP, homologou, na tarde desta sexta-feira (29), as candidaturas do cientista social Kleber Rosa (PSOL) ao governo da Bahia e de Ronaldo Mansur (PSOL) a vice-governador.

Também foram homologadas 40 candidaturas à Câmara dos Deputados, 57 à Assebleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e uma candidatura coletiva ao Senado, formada por Tâmara Azevedo (PSOL), Zem Costa de Itabuna (PSOL) e Professor Max (PSOL).

Kleber Rosa comemorou o apoio do PSOL Nacional a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais e prometeu uma segunda abolição na Bahia.

“Precisamos garantir a eleição de Lula no primeiro turno. Bolsonaro representa a cultura do ódio, da opressão, do racismo, da segregação. Juntos, vamos governar e vamos derrotar Bolsonaro e sua corja de nazifascistas e, na Bahia, a nossa candidatura é a que representa melhor os projetos políticos de Lula. Vamos fazer na Bahia a abolição que o Brasil ainda não fez", defendeu Kléber.

Feira de Santana: Vereador do denuncia ameaças de morte e ofensas racistas

julho 31, 2022

Foto: Paulo José/Acorda Cidade


O vereador e pré-candidato a deputado estadual pelo Psol Jhonatas Monteiro, confirmou na tarde desta sexta-feira (29), que vem recebendo ameaças de morte e ofensas racistas por parte de alguém através de um e-mail que, segundo ele, simula ser da Secretaria de Prevenção à Violência de Feira de Santana (Seprev).

Em entrevista ao Acorda Cidade, o vereador revelou o teor das mensagens. O remetente afirma que se o político não parar de dar declarações à imprensa sobre a atuação do governo municipal irá queimá-lo e também a sua família.

“Nós já havíamos recebido algumas delas em abril, fizemos o registro de ocorrência e foi aberta uma investigação. Houve algum nível de avanço por parte da Polícia Civil, do ponto de vista de determinação de autoria, embora o trabalho ainda não tenha sido concluído. E, aparentemente, as coisas estavam mais tranquilas. Mas agora no início de julho, precisamente no dia 4, recebemos um e-mail institucional com uma mensagem que trazia não só referência aos episódios de violência dentro do prédio da prefeitura, como mais escancaradamente ofensas racistas e também ameaça direta de morte não só a mim como à minha família, indicando que queimaria e outras coisas mais”, relatou.

Jhonatas Monteiro diz que após as ameaças precisou mudar a sua rotina e cobra mais atenção do governo municipal às investigações.

“O e-mail explicitamente reivindica ter sido escrito por pessoas do governo municipal. Isso não quer dizer que seja, mas por si é algo que merece atenção. Significa que alguém estaria utilizando o nome da prefeitura para cometer ameaças, porque é isso que está lá, e já tem o registro documentado e uma investigação em andamento. Nós recebemos essas ameaças, fizemos o registro de ocorrência e modificamos algumas coisas também do ponto de vista de segurança, da rotina do próprio mandato, de ordem familiar e acionando as instituições que estão acompanhando não só essa situação mais recente, mas todo esse contexto de violência política em Feira de Santana”, destacou.

Ainda conforme o vereador do Psol, desde maio, ele foi incluído no Programa a Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas.

“É um programa federal e tem uma gestão estadual também, que tem monitorado a situação e também está ciente disso. Foi uma avaliação que, depois de tomadas as providências, era importante divulgar, porque isso também é uma medida protetiva. Isso significa também dizer que não vamos ceder a esse tipo de tentativa de intimidação, e transmitir a mensagem que com os cuidados devidos, vamos enfrentar a situação que for necessária. Dizem que se eu não parar de falar com a imprensa, vão jogar gasolina em mim e em minha família. Fazem referência, inclusive, à Queimadinha, que é o bairro que eu resido, de modo negativo e fazem referência ao fato de que as ameaças que tiveram repercussão em abril tiveram repercussão nacional em um site chamado Alma Preta, que é ligado ao movimento. E a mensagem diz que o nome é errado, porque pessoas pretas não teriam alma e que lá trabalham vários macacos”, afirmou.

O parlamentar criticou a postura do governo municipal com relação ao caso mais recente de ameaças, assim como os episódios de violência ocorridos em abril deste ano dentro do prédio da prefeitura, durante a manifestação dos professores.

“O grande problema é que quem fez, além de usar um serviço de e-mail temporário, se deu ao trabalho de cobrir os seus rastros, e simula ser um e-mail da Seprev (Secretaria Municipal de Prevenção à Violência). Em qualquer caso, o governo municipal deveria abrir uma sindicância para apurar, ao invés de sair dizendo coisas sem fundamento. É prova cabal que o governo municipal corrobora com esse cenário de violência política. Faz isso desde a violência dentro da prefeitura. A posição do prefeito Colbert Martins é uma vergonha, porque ao invés de dizer que vai apurar para saber se houve excesso de força e abuso, ele já foi dizendo que toda a violência que ocorreu era normal, era proporcional, nem sequer uma sindicância foi aberta. Em nenhum momento em qualquer declaração que eu tenha disse que essas ameaças partem da prefeitura ou de alguém. Quem tem que apurar isso é a Polícia Civil. Não sou irresponsável de vir a público, sem que as providências legais tenham sido tomadas”, reiterou.

Em resposta às denúncias do vereador Jhonatas Monteiro, a prefeitura de Feira de Santana divulgou uma nota pública afirmando que o e-mail utilizado para o registro da denúncia não existe e é anônimo. Informou também que aguarda a conclusão do inquérito aberto pela Polícia Civil e associou o gesto do parlamentar em vir a público com as informações a ‘denúncias sensacionalistas’. Leia na íntegra:

“Em razão de uma nota distribuída à imprensa pela assessoria do vereador Jonathas Monteiro, cujo conteúdo atribui a integrantes da Guarda Municipal um e-mail com ameaças de agressão, de morte e ataques racistas contra o parlamentar e à família dele, o Governo Municipal assim reage:

  1. O e-mail é assinado pela “Secretaria Municipal de Direitos Humanos de Feira de Santana”, que não existe. Logo, o e-mail é anônimo, pois é de autoria desconhecida;
  2. O vereador já divulgou que prestou queixa na Polícia Civil e aguarda o resultado das investigações que buscam descobrir a autoria desta e de outras ameaças que ele diz ter recebido. Portanto, mesmo sendo um legislador, o parlamentar tem agido pelo menos com imprudência ao expor o nome de uma instituição como a Guarda Municipal sem respeitar o procedimento legal instaurado pela polícia, que pode ou não resultar em alguma prova que sustente sua acusação;
  3. O vereador tem relatado as agressões em razão da participação dele na invasão da Prefeitura Municipal, em março deste ano. Apurações estão sendo feitas pela Polícia Civil, inquéritos estão em andamento, e o Governo Municipal, respeitando a ordem legal, aguarda os resultados para se manifestar, evitando criar especulações eleitoreiras que possam macular a imagem de alguém ou de uma instituição. As aspirações na política partidária não devem permitir denúncias sensacionalistas que caracterizam a busca por holofotes sem atitudes nobres que justifiquem.”

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

https://www.acordacidade.com.br/noticias/politica/vereador-diz-ter-sofrido-ameacas-e-ofensas-racistas-por-e-mail-em-nome-de-orgao-municipal/

Datafolha: 49% deixaram de falar sobre política para evitar discussões

julho 31, 2022


Metade do eleitorado brasileiro (49%) diz ter deixado de conversar sobre política com amigos e familiares nos últimos meses para evitar discussões, diante do acirramento eleitoral, mostra pesquisa Datafolha realizada na semana passada.

A pesquisa indica que o índice é maior entre os eleitores de Lula (54%), candidato do PT, frente aos 40% dos apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).

A dois meses do primeiro turno, o Datafolha apresentou três situações de constrangimento ou coação e pediu aos entrevistados que respondessem se já passaram ou não´por casos do tipo.

Além de deixarem de falar do assunto com pessoas próximas, que são 49%, 15% disseram já ter recebido ameaça verbal e 7%, física.

Dos entrevistados, 54% afirmaram ter vivido alguma situação de constrangimento, ameaça física ou verbal em razão de suas posições políticas nos últimos meses.

O contingente é mais alto entre simpatizantes do PT (63%), eleitores de Lula (58%), mais instruídos (62%), que reprovam o governo Bolsonaro (62%), autodeclarados pretos (60%) e homossexuais e bissexuais (65%).

Entre os que afirmam ter sofrido ameaça verbal por motivação política, o indíce passa a 19% entre os que têm intenção de votar em Lula. No lado de Bolsonaro, o índice é de 12%. Em relação a ameaças físicas, o índice é de 9% entre os eleitores de Lula e de 5% entre os de Bolsonaro.

A pré-campanha deste ano vem sendo marcada por uma escalada de violência nos dois últimos meses, sendo o assassinato de Marcelo Arruda, tesoureiro do PT, o episódio mais drástico.

Ele foi morto a tiros em Foz do Iguaçu (PR) por um apoiador de Bolsonaro durante a comemoração de seu aniversário de 50 anos, em 9 de julho. O tema da festa era o PT, com bandeiras do partido e de Lula.

Dois dias antes, um ato com a presença do ex-presidente Lula na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro, foi alvo de um artefato explosivo. A militância do PT já havia sido atingida por fezes lançadas por um drone que sobrevoou um evento político em Uberlândia (MG).

Também em julho o carro do juiz federal Renato Borelli, que decretou a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro, foi alvejado com fezes de animais, ovos e terra enquanto ele dirigia em Brasília.

Em São Paulo, um protesto de militantes da esquerda impediu o vereador Fernando Holiday e outros pré-candidatos do partido Novo de falar em evento na Unicamp, em Campinas.

Um comportamento semelhante é percebido na internet. A pesquisa aponta que 53% dos eleitores mudaram a postura nas redes sociais para evitar atritos com amigos e familiares.

No WhatsApp, aplicativo de conversa mais popular entre os brasileiros e central na comunicação política de 2018, 43% pararam de falar sobre política e 19% saíram de algum grupo. Considerando outras redes sociais, 41% das pessoas deixaram de comentar e publicar conteúdo eleitoral.

De maneira geral, as taxas são mais altas entre os eleitores de Lula do que entre os de Bolsonaro. Na primeira situação, entre os eleitores do petista o índice é de 46%, ante 38% entre os eleitores do presidente, na segunda situação, 44% ante 35%, e na terceira, 23% ante 13%.

Embora 78% dos entrevistados tenham algum aplicativo de mensagens, só 8% participam de grupos de apoio aos dois presidenciáveis que lideram a pesquisa, sendo 4% para Lula e 4% para Bolsonaro.

A maioria (70%) não participa de grupo de apoio político. Entre eleitores do presidente, 12% estão em algum grupo. Já entre os eleitores de Lula, 9%.

Nos dois lados, 13% responderam seguir o perfil de seu candidato em outras redes sociais.

O Telegram, reconhecido como um aplicativo bastante utilizado por bolsonaristas, está instalado em 21% dos celulares da população entrevistada.

Embora a presença do aplicativo seja bem inferior à do WhatsApp (78%), grupos de Telegram concentram parte importante da comunicação política por terem até 200 mil integrantes por grupo (no WhatsApp só são permitidos 256) e uma militância superativa.

O aplicativo russo é mais usado entre empresários (37%) e estagiários (41%), pessoas de 16 a 24 anos (36%) e apoiadores do PL (37%).

Considerando os que utilizam o meio, 32% são eleitores de Ciro Gomes (PDT), 26% de Jair Bolsonaro, 17% de Lula, 15% de Simone Tebet (MDB) e 12% de André Janones (Avante).

O WhatsApp permanece como o principal aplicativo de conversa. O serviço é usado por 84% dos eleitores de Bolsonaro e por 74% dos apoiadores de Lula.

O índice de usuários desses aplicativos é majoritário em todos os segmentos, com exceção dos mais velhos (48%).

Tanto WhatsApp como Telegram têm taxas de usuários mais altas entre os mais jovens (97% e 36%, respectivamente), entre os mais instruídos (96% e 41%) e entre os mais ricos (93% e 39%).

Considerando as redes sociais (Facebook, Instagram, Tik Tok e Twitter), sete em cada dez pessoas possuem uma conta. O índice é majoritário em todas as variáveis sociodemográficas, com exceção dos que têm 60 anos ou mais (36%) e entre os menos instruídos (43%).

Das quatro redes pesquisadas, o Facebook tem o maior número de usuários, 62%. Na sequência, aparecem Instagram (56%), Tik Tok (26%) e Twitter (15%). Essas taxas são mais altas entre os que têm 16 a 24 anos, entre os mais instruídos e entre os mais ricos.

A parcela de usuários de alguma dessas quatro redes sociais é mais alta entre eleitores de Bolsonaro do que entre eleitores de Lula: 76% frente 64%.

Bolsonaro alcança índice de seguidores mais altos entre os que possuem renda familiar mensal de mais de cinco salários mínimos (23%), entre empresários (32%), seus eleitores (38%) e entre os que aprovam o seu governo (35%).

Já Lula alcança patamares mais altos de seguidores entre jovens de 16 a 24 anos (26%), simpatizantes do PT (31%), seus eleitores (25%) e os que reprovam o atual governo (24%).

A pesquisa Datafolha, contratada pela Folha, ouviu 2.556 pessoas em 183 cidades do país entre quarta (27) e quinta (28). A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01192/2022.

Kléber Rosa comemora ingresso da UP na coligação: 'Ampliar nossa inserção'

julho 31, 2022


O candidato ao Governo da Bahia pela federação Psol-Rede, Kleber Rosa, em reunião com a Unidade Popular (UP), representada pela liderança do movimento sem-teto, Eslaine Paixão, destacou que o ingresso da UP na coligação "Juntos Vamos Governar" ajudará a fortalecer o "trabalho de base " e de mobilização social durante o processo eleitoral.

Kleber Rosa destacou que a Unidade Popular concorda com a linha que a campanha tem adotado em fazer a "crítica necessária " ao governo de Rui Costa, em identificar ACM Neto como principal adversário e principal ameaça. Além disso, os partidos acreditam na necessidade do apoio a Lula para derrotar Bolsonaro no primeiro turno das eleições.

"As lideranças da UP disseram que têm total identidade com a linha que estamos seguindo e para nós é fundamental o apoio da UP para ampliarmos o nosso leque de aliados, nós que já estamos com a REDE, trazer a UP vai ampliar o nosso engajamento político, sobretudo, considerando a UP como um partido que tem forte bases populares, com os movimentos sociais, sobretudo, o movimento por moradia. O movimento sem- teto. Então, para nós é muito importante termos esses camaradas e essas camaradas como nossos aliados nessa caminhada ", celebra Kleber Rosa.

PT oficializa Lula e aprova Alckmin como vice em chapa à Presidência

julho 21, 2022


O PT oficializou na manhã desta quinta-feira (21), durante convenção nacional em São Paulo, a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. Será a sexta vez que o petista participa da corrida ao Palácio do Planalto. Ele presidiu o país entre 2003 e 2010.

O partido também aprovou o nome do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB) como vice-presidente. A formalização de Alckmin na chapa deverá ocorrer na convenção do PSB, prevista para 29 de julho.

Lula não participou da convenção por cumprir agenda no Nordeste. Nesta quinta (21), ele participa de um evento no Recife. Mas tanto Lula quanto Alckmin deverão estar na convenção do PSB.

Agora, a federação partidária formada por PT, PCdoB e PV vai se reunir para aprovar a chapa e também a coligação, chamada “Juntos pelo Brasil”, que terá, além do PSB, Rede, PSOL e Solidariedade.

CNN / foto: divulgação PT
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